quinta-feira, 3 de novembro de 2005

* LOUCO AMOR


Em mim quero um amor
Assim, tão louco,
Que não importa quanto passe o tempo
Cada dia seja sempre
O romper da aurora
De um dia de chegada!

E cada beijo
Reproduza o brilho
Dos raios que se filtram
Pelas frestas das janelas
Onde o amor se reinventa...

*1990


Um comentário:

Adauto Rocha disse...




Gostei do poema. E uma linguagem universal, nao e? Continue escrevendo.